Mas houve quem soube acompanhar a evolução do serviço. Para Zé Kodak, proprietário de uma rede de cinco lojas especializadas na cidade Juiz de Fora, em Minas Gerais, a transição para o digital abriu mercado. "Antes, a fotografia estava limitada a uma parcela mais velha da população, agora todo mundo tira e revela fotos", diz ele, ao citar que a revelação digital tem margem maior e permite a venda de produtos novos, como calendários e foto-montagem.
Em São Paulo, a Foto Paulo também passou por esse processo. "Foi uma transição difícil, mas reformulamos todo o negócio", diz Maurício Cavalcante, supervisor de loja da rede, que conta com nove lojas e cinco quiosques em shopping centers e supermercados da cidade. Na era analógica, a rede mantinha 15 lojas. Na transição, cinco foram fechadas e outras mudaram de regiões considerados pouco interessantes para outras de maior potencial. (GB)
Valor Econômico - SP - 09/08/2010